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  • Falamansa, Maneva e 3030 se apresentam em Lavras Novas, distrito de Ouro Preto

    Falamansa, Maneva e 3030 se apresentam em Lavras Novas, distrito de Ouro Preto

    Com xote, reggae e rap, o Planeta Lavras Novas Music Festival está marcado para o dia 2 de abril. O festival acontecerá no Campo de Futebol do Vila Nova e terá 3030, Maneva e Falamansa. O evento está marcado para começar às 18h e acabar meia noite.

    Os ingressos para o festival de música de Lavras Novas, distrito de Ouro Preto, já estão á venda. O lote promocional está esgotado, o segundo lote custa R$ 170 (mais R$ 17 de taxa) e o Backstage promocional custa R$ 280 (mais R$ 28 de taxa). Para comprar, basta clicar aqui.

    Quem quiser ir ao evento não terá que se preocupar com bebidas, pois o Planeta Lavras Novas é 100% open bar, tendo água, suco, refrigerante, Chope Krug Bier e Vodka Smirnoff.

    No Backstage, será servido água, suco, refrigerante, Chope Krug Bier, Red Bull, Whisky importado Red Label, Vodka importada Ketel One e Gin importado Gordons. Para essa área também haverá atendimento com garçom, puffs, banheiros exclusivos, acesso a todos os setores do evento, acesso à frente do palco, uma hora a mais de festa e brindes surpresas.

    No Lavras Novas Music Festival haverá o Eco Copo personalizado. Quem quiser devolver o copo ao final do evento e receber o dinheiro de volta é possível, bem como levá-lo de recordação. Só será permitido o consumo dentro do evento por meio do Eco Copo.

    A organização do evento salienta que estão atentos à situação da Covid-19 no Brasil e que todas as medidas necessárias para assegurar o bem-estar das pessoas serão tomadas. O festival tem classificação de 18 anos.

    O Planeta Lavras Novas Music Festival começou em 2018, com Nando Reis. Já passaram pelo palco desde então, Skank, Capital Inicial e Natiruts. O evento volta após um ano de hiato por conta da pandemia.

  • Você sabia? Lavras Novas tem a tirolesa mais alta do Brasil

    Você sabia? Lavras Novas tem a tirolesa mais alta do Brasil

    Um dos pontos turísticos mais procurados de Minas Gerais, Lavras Novas, distrito de Ouro Preto, possui diversas atrações para os turistas, desde bares e restaurantes a belezas naturais das cachoeiras. Além disso, a 1.500 metros de altitude, acima do nível do mar, na Serrinha de Lavras Novas, está a mais alta tirolesa do Brasil.

    Inaugurada em 2020, a tirolesa vem atraindo cada vez mais amantes de esportes radicais e pessoas que curtem a experiência de estar mais próximo da natureza. A rapidez da descida surpreende, sendo necessário, além de todos os equipamentos de segurança (mosquetões, roldanas, capacete e cadeirinha), um paraquedas para diminuir a velocidade.

    A tirolesa é administrada pela Agência Céu Turismo, suporta até 120 kg e custa R$ 60 para usá-la. Menores de 18 anos tem que ter a permissão dos pais ou responsável para ter a experiência. Já gestantes, pessoas cardíacas e com problemas relacionados à altura e velocidade, não devem se aventurar no passeio.

    Para chegar ao local é necessária uma curta caminhada de 450 metros, cerca de cinco minutos até o topo da Serrinha, onde fica o ponto de salto. A descida dura no máximo 50 segundos e percorre 400 metros de extensão, a uma velocidade que chega a 50 km. Lá do alto é possível ter uma visão privilegiada de todo o distrito de Lavras Novas e uma das mais belas vistas de toda a região.

    Lavras Novas

    Um lugar tranquilo, com calçadas de pedras e uma arquitetura colonial, Lavras Novas fica há 117 km de Belo Horizonte e 17 km de Ouro Preto. Cerca de 1.500 pessoas moram lá, mas, em finais de semana e feriados, dezenas de turistas visitam o distrito para deslumbrar das belezas locais.

    A história da vila começa a partir do início do século XVIII, quando a família Cubas de Mendonça descobre lavras novas de ouro na região. A partir do século XIX, o vilarejo começou a crescer, com a chegada de novas famílias, dando forma arquitetônica e cultural ao local.

    No século XX, o artesanato se torna uma das principais vocações dos moradores da vila. Os artesãos, na época, produziam e vendiam cestas e balaios de taquara, uma espécie de gramínea com caule oco, típico da região.

    Na década de 1970, o distrito passou a ter energia elétrica, melhorando as condições de vida dos moradores e a administração municipal de Ouro Preto começou a investir na infraestrutura da vila, valorizando mais as riquezas naturais da região.

    A partir da década de 1990 a charmosa vila foi “descoberta” pelos turistas de Minas e de todo o Brasil. Hoje, Lavras Novas é um dos destinos mineiros mais procurados por turistas que buscam aventuras, esportes radicais, cachoeiras, trilhas, passeios e descanso.

  • Lavras Novas pode ser tombado como patrimônio material de Ouro Preto

    Lavras Novas pode ser tombado como patrimônio material de Ouro Preto

    O núcleo urbano do distrito de Lavras Novas pode ser tombado como patrimônio material da cidade de Ouro Preto. A Secretaria de Cultura e Turismo Municipal contratou uma empresa para elaborar um dossiê robusto que deverá ser apresentado ao Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural de Ouro Preto (Compatri), que definirá pelo tombamento ou não do lugar.

    O dossiê para o tombamento é um grande trabalho de pesquisa histórica e urbanística. A empresa contratada conta com historiadores e arquitetos para sua elaboração. Na parte da história será levantada toda a trajetória de ocupação do território para poder entender como gerou aquele núcleo urbano e qual a relevância das edificações para o tombamento. Enquanto isso, os arquitetos farão os levantamentos urbanísticos para serem definidos os perímetros de tombamento e quais são as diretrizes para nós preservarmos a área urbana de Lavras Novas.

    De acordo com a legislação municipal, compete ao conselho de patrimônio – que é uma entidade que faz o intermédio entre o poder público e a sociedade civil – fazer deliberações sobre o tombamento. Assim que o dossiê estiver pronto, a Secretaria de Cultura de Ouro Preto fará a análise do material e, se considerarem que ele tem com todos os itens necessários, a documentação será encaminhada ao conselho para os conselheiros fazerem uma ampla discussão e definirem pelo tombamento e suas diretrizes, conforme a maioria.

    A principal intensão do tombamento é preservar aquilo que existe hoje de registros históricos e de ocupação no distrito. De acordo com a Secretaria de Cultura de Ouro Preto, a iniciativa foi um pedido da comunidade para que haja a regulamentação e organização das áreas públicas de Lavras Novas.

    “O tombamento vem, pela fala da comunidade, que fez o pedido, principalmente para poder regulamentar e organizar o uso das áreas públicas. Definir diretrizes para o trânsito, estacionamento, fluxo de turismo que Lavras Novas tem se mostrado mais agressivo, gerando desconforto nos moradores locais. Vão existir parâmetros para as novas construções para que haja harmonia no conjunto, porque a comunidade tem sentido que lá tem sido descaracterizado por essas novas construções promovidas pelo turismo, que é muito forte na região e, principalmente, pelo uso do espaço público, que a comunidade não tem conseguido acessar”, disse Ana Paula, arquiteta do Departamento de Supervisão, de Proteção e Pesquisa do Patrimônio Cultural, da Secretaria de Cultura e Turismo de Ouro Preto, ao Mais Minas.

    De acordo com Ana Paula, o turista está dominando as áreas públicas de Lavras Novas. Os carros de passeio estão tomando conta das áreas onde os moradores usavam para suas práticas culturais. Portanto, essa é a principal reinvindicação e é justamente nessa problemática que o tombamento atuará.

    Lavras Novas

    Um lugar tranquilo, com calçadas de pedras e uma arquitetura colonial, Lavras Novas fica há 117 km de Belo Horizonte e 17 km de Ouro Preto. Cerca de 1.500 pessoas moram lá, mas, em finais de semana e feriados, dezenas de turistas visitam o distrito para deslumbrar das belezas locais. Inclusive, lá é encontrada a tirolesa mais alta do Brasil.

    A história da vila começa a partir do início do século XVIII, quando a família Cubas de Mendonça descobre lavras novas de ouro na região. A partir do século XIX, o vilarejo começou a crescer, com a chegada de novas famílias, dando forma arquitetônica e cultural ao local.

    No século XX, o artesanato se torna uma das principais vocações dos moradores da vila. Os artesãos, na época, produziam e vendiam cestas e balaios de taquara, uma espécie de gramínea com caule oco, típico da região.

    Na década de 1970, o distrito passou a ter energia elétrica, melhorando as condições de vida dos moradores e a administração municipal de Ouro Preto começou a investir na infraestrutura da vila, valorizando mais as riquezas naturais da região.

    A partir da década de 1990 a charmosa vila foi “descoberta” pelos turistas de Minas e de todo o Brasil. Hoje, Lavras Novas é um dos destinos mineiros mais procurados por turistas que buscam aventuras, esportes radicais, cachoeiras, trilhas, passeios e descanso.